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quarta-feira, 25 de abril de 2007

Intensão de um autor!

Fechei bem os olhos, encolhi-me em um canto para que ninguém pudesse vê
Queria ser imperceptível naquele momento
Quando criança sempre brincava de ser invisível, e em meio a várias travessuras era esse meu argumento!
Mas àquele instante foi diferente, já não sou uma criança, não poderia fantasiar dessa vez
Se ao menos pudesse fugir...
Mas o melhor é encarar as coisas, assim sempre disse minha mãe.
Tentei por várias vezes fugir desses pensamentos, briguei comigo mesma, mas cheguei à exaustão e não consegui, nessas coisas não se manda.
Quando o dia torna-se escuro, penso, penso, penso...
Nada adianta todo esse pensamento, não tenho a chave do tempo;
Posso fazer algo? Não tenho esse poder, que infelicidade
E se caso possuísse essa chave? Penso que nada faria, sou tão confusa que em meio às confusões não resolveria.
Por enquanto passo os dias ou os dias passam, inspirando e refletindo
Ponho meu tesouro nos altos montes, lá eles estão bem guardados
Diria que bem escondidos, o clima lá é ameno, chega até ser doce.
Doce? É sim! De sabor agradável, que se assemelha ao do açúcar ou do mel
Agrada ao Espírito.

Um comentário:

Anônimo disse...

Sou o contrário de você. Detesto me sentir "invisível", não gosto de ser ignorada. Por outro lado, também não gosto de quem pendura uma melância no pescoço para aparecer a qualquer custo. A virtude está no meio (ando repetindo esta frase com frequência ultimamente, daqui a pouco descubro o porquê...). Se temos como contribuir, não vale se encolher num canto.

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